Talvez você me conheça há muito tempo, me
veja todos os dias, talvez você já tenha conversado comigo, ou simplesmente me
conheça de vista. Mas acredite, toda e qualquer opinião que tens sobre mim vai
te surpreender quando ler o que escrevo. Não que eu seja perfeita nisso,
algumas regras ortográficas são ignoradas em alguns textos, mas as minhas
palavras, meu caro. Essas não nasceram comigo, mas eu encontrei-as no meio do
caminho, nessas estradas da vida, onde eu aprendi que o futuro é escrito por
nós, e eu pretendo fazer do meu uma grande história de sucesso.
Quando se trata de escrever, tenho várias inspirações, eu “não
sou alegre nem triste: Sou poeta” como aprendi com Cecília, ou seja que nem
Drummond, mas será que “quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra
disse” que eu seria alguém nesta vida? “Quem sabe eu ainda sou uma garotinha”
como a Cássia ou prefira “ser essa metamorfose ambulante” como dizia meu amigo
Raul. E “de repente, não mais que de repente” transformei em uma amante como
Vinícius. Amante das palavras, da arte, do sofrimento que é transformar pensamentos
em poesia, versos em realidade.
(...)
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